A família é considerada o núcleo especial e essencial na sociedade. A constituição federal de 1988, inclusive, em seu artigo 226, define a família como “base da sociedade, com especial proteção do estado”. Dessa forma, cabe ao estado prover seus direitos e necessidades básicas, a fim de que ela esteja apta a exercer seu papel.
Como sabemos, a família é a principal fonte de estímulos de uma criança. Valorizar seus sentimentos, emoções e comportamentos é essencial para a criação de um vínculo e confiança.
A psicoterapia utiliza técnicas de preparação emocional, com desenvolvimento da autoestima, auxiliando diretamente na resolução de problemas da criança.
O papel dos pais neste momento é extremamente importante. Além de levar o filho para as sessões, precisam manter o cumprimento das ações realizadas em conjunto: terapeuta, família e criança.
Durante o processo psicoterapêutico, a participação dos pais é constante. Ela pode ocorrer de diversas formas, mas a mais comum é a entrevista, que pode ocorrer semanalmente, quinzenalmente ou mensalmente. Realiza-se apenas com um dos pais ou com ambos.
Tudo isto é definido conforme o processo avança. As possibilidades vão mudando e sendo construídas de acordo com as indicações do terapeuta e vontade dos pais. Todo este contato contínuo reforça ainda mais o vínculo entre pais e filhos, e auxiliam em todo o progresso e evolução.
Há situações em que o psicólogo precisa apelar para outros profissionais, que também estão em contato com a criança, como médico e professores. São encontros realizados de acordo com a necessidade. Trata-se de uma abordagem também multidisciplinar, que contribui para a melhor compreensão do processo, e ajuda em discussões e soluções futuras.
Por fim, é importante que os pais tenham a segurança de apelar a qualquer momento ao psicólogo, trazendo feedbacks, esclarecimentos e pontuações. É importante salientar que o trabalho do psicólogo no acompanhamento familiar não é de julgamento, mas sim de auxílio a família, para entender o que se passa com a criança.
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